“60 anos de Ensino e Evangelização com qualidade”
“Ler não apenas as cartilhas, mas os sinais do mundo, a cultura de nosso tempo…”
(Terezinha Rios)
Inicio de ano. É tempo de refazer a matrícula de nossos filhos e repensar a localidade onde eles irão dar continuidade aos estudos. É tempo de retorno à escola. E é por este motivo que nos foi disponibilizado este espaço, no informativo da Diocese de Taubaté, para divulgar a existência, os objetivos, os profissionais e o trabalho em geral de qualidade do Colégio Diocesano Padre Anchieta.
Localizado à rua Eng. Fernando de Mattos 327, com fundos para a rua Dr. Pedro Costa, 610 no centro de Taubaté – próximo ao Santuário Santa Terezinha, o Colégio, que é de direito diocesano, ou seja, pertence à Igreja Católica e professa o catolicismo cristão, tem seu plano pedagógico as diretrizes curriculares do Ensino básico do Governo do Estado de São Paulo, pioneiro na educação de qualidade em todo território Nacional. Tendo como premissa a ideia de que Igreja é Igreja, Escola é Escola, o ensino e a evangelização são como que “dois braços do fazer educacional de nosso Colégio”. E podemos dizer isto desde seu idealizador e fundador – Mons. Theodomiro Lobo que desde as atas mais antigas de orientação aos profissionais da educação prezou, e ainda se preza, para que o objetivo geral do Colégio seja: “A plena realização humana e cristã dos alunos e profissionais, tendo em vista as diferentes etapas de sua existência”, preparando-os para atuar em sociedade e sendo capaz de transformá-Ia.
A autora citada em epígrafe, Terezinha Rios , afirma-nos em sua obra infra-citada que a qualidade de ensino era entendida, sobretudo a partir dos anos 80, com uma notória tendência para as noções pressupostas da linguagem e da teoria econômica. Nesse contexto “qualidade” significava transitar pelo espaço da educação com os valores e os pressupostos do mundo econômico. Há ainda fortes indícios desta tendência em nosso cenário educacional. E é por isso, que a educação, expressa em leituras, não se remete pura e simplesmente – à leitura das cartilhas ou dos livros, mas dos sinais do mundo, da cultura e do tempo em que estamos. Isso seria ao nosso modo de ver, as primícias e a grande característica de um Colégio com qualidade.
O Colégio Padre Anchieta preza muito pela relação com a família dos alunos numa forma bem amistosa e dialogal. Há avaliações constantes, troca de experiências, falar e deixar falar, não se trata de uma administração piramidal, autoridade com diálogo e é por isto que somos diferenciados, porque somos cristãos, e no conjunto da obra – formamos a família Anchieta.
As vantagens de seu filho estudar conosco é que o Colégio visa:
(I). Proporcionar ao educando a formação necessária ao desenvolvimento de suas potencialidades, como elemento de auto-realização-humano-cristã e preparação para o trabalho e para o exercício consciente da cidadania;
(II). Fazer do ensino um instrumento de preservação e expansão do patrimônio cultural, meio de fortalecimento da unidade nacional e fonte de patriotismo e das virtudes morais e cívicas;
(III). Propiciar condições para que o educando integre-se na sociedade e na cultura do seu tempo, respeitando a dignidade e as liberdades fundamentais do homem;
(IV). Propiciar oportunidades a todos os alunos de desenvolvimento global e harmônico dos aspectos físico-motor, sócio-emocional e intelectual, levando-os à formação de hábitos democráticos e comportamento socialmente desejável e ao desenvolvimento da prontidão necessária para as atividades de Ensino Infantil, Fundamental e Médio.
Qualidade do trabalho na educação é fundamental. Mas é preciso questionar o significado que se dá à qualidade, adverte Terezinha Rios. Segundo ela “o fazer a aula não se restringe à sala de aula, está além de seus limites, no envolvimento de professores e alunos com a aventura do conhecimento, do relacionamento com a realidade. Com efeito, fazer aula, realizar o exercício da docência é, para o professor, uma experiência que demanda o recurso a múltiplos saberes [...]”.
Falando em professores, os nossos professores são altamente qualificados para atender individualmente os alunos. Todos comprometidos com a causa do ensino, e tendo na individualidade, a heterogeneidade que se torna sinal de complementação, os nossos profissionais são em mais de 80% portadores de pós-graduação, tendo entre eles mestres e doutorandos. Este modelo de ensino geral e personalizado garante qualidade e resultado na vida pós-escolar dos alunos, seja no ingresso em Universidades Estaduais, Federais ou Privadas, quanto no Mercado de Trabalho. Ainda em relação aos profissionais docentes, podemos acrescentar que ao critério que os mesmos são mantidos na Instituição ocorre na desenvoltura que todos prezam: conhecimento específico – técnica como docente e fator humano – o labor cotidiano com situações variadas de tensão na vida escolar.
O professor é vocacionado, muito mais do que simplesmente contratado, é chamado pela sociedade a cooperar na construção do indivíduo e da dispensação de valores. Somos “educadores dos valores”. Você já pensou nisso? Que existe na escola alguém que ensina valores aos seus filhos? Existe uma dimensão axiológica na vida docente. Por isso é de sua competência e habilidade colaborar na qualificação e no incentivo para o progresso dos alunos em relação à entrada, permanência e realização no mercado de trabalho. Com isso, segundo Rios, Libânio e outros autores, se está aprimorando o exercício da cidadania. Na obra citada, Rios aborda o alcance de ações educativas e sua relação com o compromisso com a cidadania.
Nesse sentido, nas palavras de Rios, a melhor qualidade para o ensino é criar condições para a formação de alguém que sabe ler, escrever e contar. “Ler não apenas as cartilhas, mas os sinais do mundo, a cultura de nosso tempo”. Todos esses elementos fortalecerão a solidariedade, a tolerância e o respeito pela diferença que deve haver entre professores, toda a gama administrativa, família e principalmente no cotidiano, entre “docente e aluno”.